Terreiros atacados, pessoas humilhadas por causa da fé e da cor da pele: isso ainda acontece todos os dias no Brasil. Pai Ricardo de Oxum vive essa luta há mais de 30 anos.
Em Brasília, a prioridade é fazer as leis que já existem valerem de verdade e criar mecanismos para que a denúncia chegue e a vítima seja protegida.
O que propomos
- Canais de denúncia acessíveis e resposta rápida do poder público.
- Apoio jurídico e psicológico às vítimas de intolerância religiosa e racismo.
- Educação para o respeito à diversidade religiosa e racial nas escolas.
- Responsabilização efetiva de quem pratica e incentiva a violência.
Respeito não se pede: se garante com lei, fiscalização e coragem.