Ninguém deveria dormir com fome num país que produz tanto alimento. A fome atinge primeiro quem mais precisa: famílias das periferias, mães que criam os filhos sozinhas, idosos e trabalhadores informais.
A proposta é criar um Programa Nacional de Segurança Alimentar permanente — não uma ação de emergência que acaba quando muda o governo — com orçamento garantido e chegando na ponta, onde a fome acontece.
O que propomos
- Ampliar o acesso a alimentos básicos para famílias em situação de vulnerabilidade.
- Fortalecer os bancos de alimentos, com apoio logístico e parcerias com produtores e supermercados.
- Apoiar cozinhas comunitárias, inclusive as mantidas por terreiros, igrejas e associações de bairro.
- Expandir os restaurantes populares, com refeições de qualidade a preço justo.
Cuidar de quem mais precisa começa pelo prato de comida na mesa.